segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sinto muito, nós fomos enganados, jesus nunca existiu!

AGRADECIMENTO
Ao pai, à mãe, pelo suporte, à Lili,
o maior tesouro a mim emprestado pela Lei da Vida,
e à companheira de Carma...
PERFIL DO AUTOR

Nome:
Mario Belo Neto

Aos 40 anos, o escritor maranhense publica seus livros no agBook, no Clube de Autores e lança na  4ª Feira do Livro de São Luis. Com o apoio da companheira e da família e da esposa, o autor comemora a realização de um sonho, aos 40 anos, no o mundo literário, mais especificamente no segmento de livros sobre demanda, que dá a oportunidade de publicar seus livros sem a necessidade do crivo das editoras tradicionais.

ENTREVISTA
Pergunta: Então Jesus Nunca Existiu?
Resposta: Poderíamos fazer uma extensa lista de embustes e versões criadas ou manipuladas por interesses pragmáticos daqueles que detêm o poder, e não desejam largá-lo tão cedo por nada neste mundo:
Papai Noel nunca existiu, foi apenas uma ótima estratégia de marketing da Coca-Cola, em sociedade com a Walmart, a maior rede de hipermercados do s EUA, para vender mais durante as festas de Natal;
O natal, supostamente do menino Jesus, jamais foi comemorado no dia 25 de dezembro, este era o dia de nascimento do deus nórdico venerado pelos romanos. Um ser de elevada estirpe, da linhagem dos reis judeus chamado Jmmanuel, na verdade nasceu em 6 de janeiro. Onde, curiosamente, até hoje se comemora o dia de reis! Interessante, não?;
John F Kennedy nunca foi morto com apenas um tiro dado por um tal de Lee Oswald, funcionário de um depósito de livros escolares. O coitado foi apanhado levianamente, torturado para que confessasse um crime que ele não cometeu e depois friamente assassinado por um agente da CIA disfarçado de repórter. JFK levou três tiros, disparados de três direções diferentes, feitos por três exímios atiradores de elite, também agentes treinados pela CIA;
O WTC ou as Torres Gêmeas jamais foram derrubadas por Osama Bin Laden. Este homem foi treinado e armado pela CIA para lutar contra a antiga União Soviética, nos tempos da Guerra Fria. Após se decepcionar com o abandono do seu povo, atirado sem piedade num Afeganistão decadente e dominado pela fome e pela miséria, por parte dos EUA, Osama se voltou contra a América e jurou vingança Àquele país. Os EUA acabavam de encontrar um ótimo bode expiatório para a maior de todas as conspirações já impetradas pela CIA: a queima de arquivos do FBI. Adivinha onde estavam guardados estes arquivos? No escritório central, localizado na Torre 7 do WTC. Belo plano!;
O Brasil nunca foi “descoberto” por Pedro Álvares Cabaral, um mestre dos mares com tamanha experiência em circunavegações marítimas jamais cometeria um equívoco absurdamente oposto ao seu rumo original, as índias, para sem querer bater na América do Sul! Estranho não? Pois antes disso acontecer, Ruan Pizon já havia passeado por estas bandas de cá.
E antes dele os espanhóis já conheciam tudo de cima abaixo, desde Colombo. E mais atrás no tempo Piris Reis detinha um mapa que mostrava, não só a América do Sul inteirinha, como também a Antártida, sem a sua tradicional capa de gelo! Além disso, ninguém descobre uma terra que já está povoada, por nativos. Isso me faz lembrar o caso da Terra Prometida por Javé aos hebreus: quando chegaram lá já havia gente morando há séculos!;
Sem falar no famoso “grito de independência”que jamais aconteceu. O próprio D. Pedro de Orleans e Bragança admitiu, em cartas ao rei, que estava se dirigindo ao interior do estado de São Paulo apenas para debelar e apaziguar algumas “rebeliões e revoltas”, como ele mesmo descreveu...
Poderíamos ficar dias aqui apenas enumerando uma quantidade sem fim de embustes que, inacreditavelmente, se tornaram verdades históricas. Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo, desde o Século II de nossa atual era, sempre colocaram em dúvida a existência de um indivíduo chamado Jesus, nas cercanias de Jerusalém. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença, quer sejam artefatos ou relíquias perdidas.
Infelizmente ou “felizmente”, para alguns, tais provas concretas jamais foram encontradas, porquanto, a história cientificamente elaborada denotou que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la. Desse modo, a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis para a História oficial. Nem mesmo os Evangelhos constituem documento irrefutável, pois os próprios foram usurpados, distorcidos, alterados e categoricamente recheados de equívocos em sua inúmeras traduções sem parcimônia alguma por levar em consideração o bem da verdade.
As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus, os quais curiosamente não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem-se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar-lhe a existência física, devido ao grande número de falsificações, deturpações e adulterações, é óbvio. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus, todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira. Em contra partida, muito do que foi escrito na tentativa de comprovar a inexistência de Jesus foi, pragmática e defensivamente, destruído pela Igreja. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de a Igreja ter tentado destruir a tudo e a todos os que tiveram a coragem e ousadia para contestar os seus pontos de vista e os seus dogmas. Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse:
“Para os cristãos, o problema da existência de Iesus Christus concerne à fé, e não à história.”
Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Christus Nunca Existiu”, compara Jesus Christus a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz um esforço enorme para mostrar que Sócrates só ensinou o que é natural e racional – por causa dos ataques da Igreja, já naquela época, o filósofo preferiu cuidar da própria segurança física –, ao passo que Jesus ter-se-ia apenas preocupado com o sobrenatural. De acordo com a História, Sócrates teve como discípulos pessoas comuns, da plebe, mas em sua grande maioria todos eram os eruditos que o seguiam, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à sua biografia como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon.
Entretanto, Jesus teria por discípulos homens simples e de poucas posses, semi-analfabetos e alguns deles analfabetos, tal como eram considerados os homens da palestina antiga, excetuando-se apenas dois, Judas Iscariotes e Mateus, casos excepcionais no grupo dos doze escolhidos, os quais apenas teriam supostamente repetido os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos. Porque essa visão “humilde” e “simplória” foi exaustivamente propagada por mais de dois mil anos? Quando se sabe, através dos escritos apócrifos que estes homens foram exatamente o oposto? Porque em tudo que há de errado, funesto, cruel, hediondo, torturante, diabólico na história dessa humanidade existe um dedinho de um grupo religioso infiltrado nas maiores instituições religiosas do mundo?
Também é notório, além disso, que, desde o século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam, assim, os homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, infligiam perseguição e matança impiedosa aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.

Pergunta: Então qual foi o motivo para a verdadeira face do líder dos cristãos não ter se mantido até os dias de hoje?
Resposta: O imenso poder do Vaticano tornaria a libertação do homem da tutela religiosa bem mais difícil e extremamente lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do próprio cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos que, por sorte, haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza só contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações. A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis, no atual estágio evolucionário desta raça. Ironicamente, em apenas um ponto a História parece aceitar a figura de Jesus como uma entidade ideal, usada para fazer cumprir as escrituras, visando dar sequência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, fazendo surgir, assim, uma nova crença.
Ultimamente, têm-se evidenciado uma profusão de adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real, histórica e científica de Jesus. Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafo técnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do mito reformulado.
É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia Menor.
Após passarem por um longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não é nada estranho, porém, muito natural, que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram. Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seriam sempre com a gente inculta, primária e simples. Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto, degenerado e vulgar. Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata, o escol do seu meio social, nas horas vagas, iam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas. Do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, “o livro do saber”, do “conhecimento”, da “aprendizagem”. Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se apenas ao comércio. A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabuckdonasser, intensificou-se no decorrer do tempo e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV. Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato, ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto.
Destarte, chegando em Roma e em Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o messianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana. O judeu da diáspora havia conseguido alcançar o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o messianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais. O nome Crestus, mais tarde traduzido para o grego Christus, já era o Messias dos essênios bem antes da promulgação da religião cristã, pelo qual os judeus aparentemente optaram para criar o que viria a ser o maior movimento religioso do planeta, daria origem ao nome de Christus, cristão e cristianismo.
Os essênios haviam se estabelecido numa instituição comunal, em que os bens pessoais eram repartidos igualmente para todos e as necessidades de cada um tornavam-se responsabilidade de todos. Tal ideal de vida conquistaria, como realmente aconteceu, ao escravo, a plebe, enfim, toda a gente humilde. Daí, a expansão do cristianismo, o qual assumiu as proporções atualmente conhecidas. Não tendo ficado restrita à classe inculta e pobre, como seria de se imaginar, começou a ganhar adeptos entre os aristocratas e bem-nascidos. Chegou a hora desse tenebroso conto de fadas de mentiras acabar.

Pergunta: De todo o exposto até aqui, depreende-se que o messianismo foi uma religião criada pelos judeus, antes de tudo como meio de sobrevivência e enriquecimento?
Resposta: Tudo foi feito e organizado de modo a que o homem se tornasse um instrumento dócil e fácil de manejar, pelas mãos hábeis daqueles aos quais aproveita a religião como fonte de rendimentos.
Métodos considerados ultra modernos como, por exemplo, o uso dos isótopos radioativos e radio carbônicos, apontaram e denunciaram, através de cálculos, inúmeras falsificações grosseiras, atribuídas ao despudor e à falta de escrúpulos daqueles que implantaram uma doutrina religiosa, forjando escritos e documentos na vã tentativa de provar o que lhe era proveitoso. Por meios escusos tais como os citados, a Igreja também acabou se tornando a potência financeira em que hoje se constitui.
Finalmente, desde o momento em que surge a religião, com ela vem o sacerdote que é uma constante em todos os cultos, ainda que recebam nomes diversos (bispos, padres, arcebispos etc...). A figura adulterada do sacerdote encarregado do culto divino tem tido sempre a preocupação primordial de atemorizar o espírito dos povos, apresentando-lhes um Deus, sobretudo, vingativo, que a uns premia com o paraíso e a outros castiga com o inferno de fogo eterno, conforme sejam boas ou más suas ações. Não só no cristianismo, mas é de senso comum em todas as religiões, criadas pela humanidade, encontrarmos sempre o sacerdote afirmando ter o homem uma alma imortal, a qual responderá após a morte do corpo, diante de Deus, pelas ações praticadas em sua derradeira existência.
Como se não bastasse o paraíso, de quase todas as instituições dogmáticas, o purgatório e o inferno dos católicos, há ainda que considerar a admissão do pecado original, segundo o qual todos os homens ao nascer, trazem-no consigo. Ao deixarmos a discussão estagnada apenas no plano físico, salvo em raras exceções, a grande maioria dos humanos jamais lembra se foi consultado a respeito de seu desejo (melhor dizendo, necessidade) ou não de nascer. Sendo assim, a maioria se vale dessa premissa para não se atribuir culpa de qualquer natureza a quem não teve a oportunidade de manifestar vontade própria. Os contestadores esbravejam: “condenar pretensos inocentes por antecipação, seria a mais absurda das injustiças.
Alguns acreditam que até o próprio Pai-Absoluto-Criador e o próprio Christus revoltar-se-iam por certo ante tão injusta legislação!”

Pergunta: Será que, em verdade, não seriam os contestadores os revoltados?
Resposta: A esta eu deixo como resposta a opinião do próprio leitor.

Pergunta: Afinal, quem realmente existiu e quem nunca existiu?
Resposta? O Fogo, Jmmanuel ou Emanuel existe. Jesus nunca existiu.

Pergunta: Então são duas pessoas?
Resposta: Tudo vem da Luz, tudo é energia, força, potência, poder que cria, gera, põe tudo em movimento, e renova incessantemente, na forma de “destruição”. Quanto aos personagens, as criaturas humanas, na verdade, todos são personas, entidades biológicas, orgânicas, baseadas em Carbono. Nem mesmo o nome do notório ser messiânico é este. Os inúmeros erros de tradução acabaram levando o verdadeiro nome daquele que encarnou no mundo ao total esquecimento. O nome era Jmmanuel, falado Emmanuel, em hebraico arcaico. Após várias transliterações foi passando por várias línguas e idiomas, dialetos e pronúncias, das mais variadas possíveis. A forma grega foi inventada pelo general romano Saulo de Tarso, Ieshua Cristus (O Ungido), Joshua (o I se translitera e J, ao passar para a forma latinizada), uma corruptela desviou para Josué, mais adiante para Jeshus, até chegar finalmente aos dias atuais como Jesus.

Pergunta: Por quê um número tão pequeno de pessoas que assumem a responsabilidade por seus erros e acertos?
Resposta: Por causa da grandiosidade e aparentemente a quase impossibilidade da tarefa. A responsabilidade cabe a cada criatura individualmente. Pode até parecer simples, assumir a responsabilidade de sua própria salvação interna, mas nunca foi dito que seria fácil – a porta é estreita e tem espinhos. O caminho mais fácil, esperar na vida de um salvador e acreditar em sua promessa de salvação externa, “o caminho largo, florido e de tijolos de ouro” é mais atraente.

Pergunta: Então a raça humana está definitivamente condenada?
Resposta: Condenada por sua própria ilusão. Ela é seu próprio algoz, carrasco e condenado. O leitor irá ler é especialmente direcionada a todos aqueles que já erigiram ou estejam construindo templos, erguidos para as mentiras, para a enganação, e para escravizar mentes e almas humanas. Todos esses “belos templos” existentes e todas essas horríveis Catedrais, que são chamadas por muitos de “casa de Deus” e que se encontram espalhadas pelos quatro cantos do planeta, são na realidade e em Verdade, cada uma delas, templos e Catedrais construídas com sangue humano inocente. Assim como a gigantesca muralha da China, todas as suas colunas e cada um dos tijolos de suas paredes foram construídos com ossos humanos, o cimento utilizado na construção destas foi feito com carne humana esmagada, a água que foi utilizada para misturar e fixar tudo isso foi o próprio sangue humano, de pobres e infelizes inocentes, e tudo isso construído “em nome da cruz e de deus”.

Pergunta: Como o Sr. Se considera? Um místico, um cientista, um investigador ou um revolucionário?
Resposta: Eu busco me tornar todos aos mesmo tempo: místico-cientista-investigador-revolucionário. Pois quem se questiona a respeito de si mesmo e do Universo está mais perto da Verdade.

Pergunta: Qual seria seu grau de instrução? Se não se importa em responder.
Resposta: De maneira alguma. Fui até o quarto período do curso de Comunicação Social, da UFMA.

Pergunta: Por quê não concluiu o curso?
Reposta: Não tive paciência para ir até o fim. (risos)

SINOPSE
Após receber a indicação de um misterioso contato na internet, auto intitulado “O Cético”, um repórter investigativo viaja até o Peru para se encontrar com um estranho eremita que possui um documento revelador, capaz de por abaixo os pilares da maior instituição religiosa, venerada há mais de 2.000 anos: o cristianismo. Do que seriam capazes os grupos que formam um sistema infiltrado em instituições religiosas, educacionais, governamentais e de mídia para acobertar a Verdade? De tudo. Até mesmo de cometerem assassinatos. Apenas para forjar um embuste com o intuito de encobrir a verdadeira história da criação dos deuses e do cristianismo.
“Fomos enganados! Sinto muito, mas jesus nunca existiu.”
Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.- Isaías 7:14.
Impactante. Provocativo. Escandaloso. Vergonhoso. Comprometedor. E Assustadoramente o maior de todos os embustes.
...e conhecereis a Verdade e ela vos libertará......entretanto, a Verdade foi dita, mas foi acobertada.
O segredo da Verdadeira Realidade está bem na sua frente, só a criatura humana não consegue ver, porque ele não está vendo. Na verdade ele não quer ver. Ele sabe que precisa ver mais ainda não sente vontade. Escolhe não ver a verdade, prefere a ilusão, prefere ser enganado.
Dê para um homem qualquer um peixe e ele o comerá e se saciará durante um dia inteiro. Mas dê ao homem uma religião e ele irá morrer de fome de tanto rezar pedindo por um peixe.” La Sagesse
Existe uma chave para a liberdade: Se queres ser um cordeiro, seja feito a tua vontade. Não reclames, entretanto, quando fores servido em nosso grande Sabbath! Um “bom e velho” dito pagão, do século XX!
A Lei pode perdoar o tempo da ignorância, mas uma vez que se é conhecedor da Verdade, então é preciso agir de acordo com a revelação que o alcançou.
O Conhecimento é teu guia. A Luz, o teu farol. E a Coragem para buscá-los é o teu mentor.
“Respondeu Jmmanuel: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. (João 18 : 36)
“É um ato de virtude enganar e mentir, quando, por tais meios, os interesses da igreja possam ser promovidos.” Bispo Eusébio (260-339).
“Quão bem sabemos o quanto lucrativa esta superstição da fábula de Cristo tem sido para nós.” Papa Leão X (1513-1521).
Não há nenhuma premissa de concordância do leitor com relação às opiniões do autor dispostas aqui neste livro. Porém, o que se propõe é a formação da opinião própria e a decisão por si mesmo.
DEDICADO
Aos que buscam a Verdade. Ela os libertou...

...primeiramente, em honra e memória do próprio Judas Iscariotes e também para cada ser humano, seja este homem ou mulher, bebês, meninos e meninas, jovens e velhos, e ainda, para todos os escravos que já existiram, ou existem ainda neste planeta, seja este de pele negra ou branca, e a cada índio de pele vermelha de todas as tribos, sejam estas da América do Norte ou do Sul, e também é dedicado a cada gota de sangue humano inocente derramando no solo deste planeta, em todos os períodos de sua história, desde a sua criação - derramado por causa do nome da cruz - e é dedicado ainda a todos aqueles que foram assassinados, por meio da espada, ou por lanças, flexas, machados, por apedrejamento, por enforcamento, por esquartejamento de seus braços e pernas, por meio do esmagamento com pesadas rodas. A todos que foram queimados vivos na estaca, na fogueira, tal como Giordano Bruno - ele próprio um homem sábio - que acreditava na vida em outros planetas: e que estava certo em seu postulado! É dedicado a todos que foram mortos, cozidos vivos em “óleo fervente”, e/ou foram obrigados a “engolirem” cera ou chumbo derretido, aos que foram esfolados vivos. Dedicado também a todos aqueles que foram assassinados pelos impiedosos - com as bênçãos de um pequeno grupo infiltrado na “Santa Madre Igreja” - historicamente conhecidos como “Cavaleiros Cruzados” e considerados “heróis e santos homens” mas que, na realidade, eram assassinos ignorantes e impiedosos, muito bem pagos por e a mando deste grupo, e que ainda hoje são “adorados”, “estimados”, “louvados” e “honrados” por uma bem conhecida seita, e os fundadores “originais” desta pseudo “venerável sociedade ou fraternidade secreta”, “a irmandade secreta de antigos pedreiros-livres”, os ex-construtores de imensas e horrendas Catedrais - templos erguidos para as mentiras serem contadas, repetidas vezes, até que se tornassem verdades, e para a ilusão da humanidade - na Idade Média.
PREFACIO
— Sinto muito, mas... Jesus não existiu!
— Uma surpresa pra você?
— Que nada! Há milhares de pessoas que já sabem disso! Sinto muito lhe informar, mas a maior fantasia que te fizeram acreditar não passou de um mito. Pois vou te confessar uma coisa:
Também fiquei estupefato... Boquiaberto... Quando cheguei a essa conclusão! E que chato... Quando corri atrás de informações reparei que não era nem o primeiro nem o bilionésimo, tricentésimo, vigésimo, terceiro a saber disso, nem o último! Desculpe. Eu fico com a impressão de estar chamando você de imbecil. Afinal, você tem suas convicções, suas crenças enraizadas, tem sua cultura, e um cara chega e diz que Jesus não existiu, assim na cara de pau, é o mesmo que chamar você de bobo.
E por acaso eu sou mais esperto?! Que nada!... Dei a maior sorte de ter ficado curioso e desconfiado. Fui conferir. Na verdade levei anos conferindo, porque nem desconfiava! E aí, CARAMBA! Nem acreditei no que estava concluindo! Ora, eu faria tudo para não chocar você, caro leitor, com essa história, mas a verdade tem que ser dita! Eu descobri e não custa repassar. Afinal, ninguém gosta de ser feito de bobo da corte! Eu tenho 61 anos, portanto vivi pelo menos 60 com essa cara de tacho, um verdadeiro babaca, que acreditei nessa mentira durante tanto tempo! Imagine, fiz muitas orações para esse personagem fictício! Ensinei sobre ele, repassando essa mentira! Hoje eu sinto até raiva de mim mesmo, por ter sido tão ingênuo, e ao mesmo tempo, fico estupefato! E você? Quer saber a verdade? Eu também quis, procurei e achei! Você não está lendo isso aqui?! Não está buscando alguma coisa! Possivelmente a verdade... Então embarque nessa com gosto, mas não se deixe levar na minha conversa.
Raciocine! Comprove!
Bem, eu gostaria de dizer que Sherlock Holmes se deparou com mistérios dos mais difíceis de resolver, mas nada se compara aos mistérios sobre a existência de um homem conhecido mundialmente como Jesus.
Os interesses são conflitantes e envolve riqueza, poder, fanatismo, amor próprio, ingenuidade, fé etc. Então, cada um que lê a mesma coisa define uma interpretação diferente. Eu não sei o que o leitor tem na cabeça, nem com que observação crítica vai apreciar esse livro. Mas vai ver, porque eu vou mostrar, que existem tantas e muitas opiniões a respeito do mesmo assunto. Entretanto, eu vou conduzi-lo à razão, utilizando o bom senso e retirando a essência da contradição das opiniões contrárias, como se as pudesse uniformizar no mesmo sentido. Vou dar um exemplo:
Eu acho determinado refrigerante gostoso. Já Fulano diz que não gosta de refrigerante. É uma opinião. Então eu pergunto se ele experimentou o refrigerante. Ele diz que não. Que jamais porá um refrigerante na boca! Dessa forma posso concluir para você, que o refrigerante é bom, segundo a minha opinião e que a opinião do Fulano não tem valor. Entendeu? Daí, vai ser preciso antes de tudo entender as diversas circunstâncias pelas quais eu vou demonstrar que Jesus não existiu e para isso, vou usar os textos dos próprios religiosos, dentre outros. Na negação deles vou provar essa afirmação. Eu sei que você está muito cético. Então não vamos perder mais tempo.
Ah! Você quer saber primeiro se eu tenho alguma coisa contra Jesus? Não. Absolutamente, não tenho! Se tenho, é contra as pessoas que exploram esse nome apenas para ENRIQUECER. Ou apenas sobreviver, quando não dá para enriquecer, às custas dos incautos que, acreditando nessa história, acreditam em todas as demais estórias que partem daí.
A mim, nada diz respeito. Estou apenas me divertindo como num hobby. Gosto de coisas verdadeiras, e acho interessante pegar as mentiras dos outros. Quer maior mentira do que essa? Bem, houve uma época que eu acreditava. Assim como a maioria dos cristãos.
Depois, quando me tornei ateu, passei a acreditar em Jesus Cristo, apenas como um homem histórico, homem comum, profeta espiritualizado, que havia realmente feito algumas obras estranhas, não diferente do que fazem hoje por aí... E me dei por satisfeito assim. Achei que já era um grande passo em direção ao racional. Pensava como os judeus e os islâmicos pensam. Estava endossado por bilhões de pessoas que concluíram a mesma coisa. Lendo e relendo, procurando rebuscar as coisas, por outras razões, comecei a desconfiar, quase que por acidente, o que para mim inicialmente era um absurdo, que Jesus poderia não ter, de fato, existido...
A princípio, tão chocado como você deve estar ou ainda vai ficar, fiquei cético... Não quis acreditar. Ah! Naturalmente não é o que dizem por aí, mas deve ter existido alguém! Nem que fosse um João-ninguém. Eu nem admitia não ter existido uma pessoa física dando cobertura a essa história. Seria muita petulância fazer 4.000.000.000 (quatro bilhões) de cidadãos de bobo e ficar por isso mesmo depois de 2.000 anos! Deus, vá lá! É algo mesmo improvável, mas Cristo?! Tão escrito, pintado, esculturado e “testemunhado”! Eu não me atreveria! E quando ouvi alguém falar nisso a primeira vez, pensei: Esse cara que está dizendo essa coisa, está querendo ser mais real do que a realeza! Porém fiquei com a pulga atrás da orelha.
Sim, porque, aqui no Brasil, todos nascem sabendo que Jesus existiu. É uma massificação de informações inacreditável! Desde pequeno, na escola, na sociedade, na mídia, nos livros, nos filmes, nos jornais, nas revistas, no bate papo e... nas igrejas! Principalmente lá. A Bíblia é atualmente o livro mais vendido no mundo! Passa a fazer parte da sua vida.
“Jesus Cristo” deve ser, depois de “Deus”, a palavra mais falada nesse país! Mais do que dólar, ouro ou eu te amo! Duvido quem não tenha ouvido falar desse personagem!!! Aí, chego eu, e escrevo: Jesus Cristo não existiu! Há, há, há!... Há, há, há!... Há, há, há!... Quem está rindo? Ah! Muita gente vai rir com essa história! Depois do susto! Há, há, há! Há, há, há! Há, há, há!... Daria tudo para ver a cara que você deve estar fazendo nesse momento, ao ouvir essa coisa de uma pessoa... digamos... apenas lúcida.
Não sou um rei, não sou presidente, não sou papa... Ou pelas minhas risadas já está me considerando meio louco? Deixe pra lá, é sempre assim! Pelo menos leia com atenção. Pode ser que no final, você esteja rindo, também... Pra não chorar, tal a cara de bobo que deverá estar fazendo.
Como eu fiz. Há, há, há! Eu já tinha chegado às minhas conclusões, mas, para demonstrar “como”, é mais complicado. Para não puxar toda a responsabilidade desse “absurdo”, pra mim, corri atrás de informações. Assim, outros “loucos” de tudo quanto é religião, vão me dar respaldo de credibilidade, e veremos quem irá pro hospício.
Vasculhando a Internet, selecionei 156 Sites (dos mais de 10.000 que existiam) que falavam sobre o assunto. Cristão, católicos, evangélicos, espíritas, ateus, científicos, históricos etc. Você pode buscá-los também.
Entre num buscador com os nomes Jesus, documentos, arqueologia, Jesus não existiu, Herodes, história etc, e vá colecionando entre os milhares que vão aparecer de todo o mundo. Alguns eu já adianto pra você na Bibliografia, localizada no final do livro. Muitos desses sites, por sua vez, seriamente organizados, citam uma vasta biografia e documentação, e chega às maiores personalidades sobre o assunto, através dos tempos. Portanto, apesar das opiniões pessoais, é matéria altamente confiável.
— Você nem imagina quanta gente sabe disso!
— Xííí!!! Mas muita gente já sabe disso!
— Quem? Ateus?
— Não...
Cristãos!!! Padres!!! Bispos!!! Pastores!!! Papas!!! Muita, mas muita gente!!! Quantos têm certeza absoluta disso e fingem que não sabem! Muitos ficam quietos e até fingem que não entenderam. E claro, muita gente não quer dar o braço a torcer ou mentem de propósito! Afinal, vivem da imagem de Jesus! Eu não vou agora, cogitar se, o que está escrito na Bíblia (outra grande invenção humana) a teoria, o conceito, é bom ou é ruim, se está certo ou está errado. Eu sei que “não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho” etc, estão no Código Penal Brasileiro.
Isso você pode escolher onde quer ler. A poesia, as teorias da Bíblia são outro assunto. Por que? Porque, independente de Jesus ter existido ou não, a Bíblia existe! É a Bíblia que fala de Jesus. Resta saber se a história, não os versos, que ela conta, é falsa ou verdadeira, mentirosa, invenção, tudo precisa ficar claro, porque uma coisa está diretamente ligada à outra.
Não o que ela prega (bondade, caridade, amor, perdão) mas a história em que se baseia, que serve de “background” para sustentar essas pregações. Ela está aí, para quem quiser ler. E a história para quem quiser comprovar. Eu vou aqui me deter apenas no seguinte: Jesus Cristo não existiu! Portanto, a Bíblia é falsa! Vamos conferir?
— É... Claro. Porquê não?
Alfredo Bernacchi – 2003.

Há incontáveis séculos e eras, uma farsa hedionda foi criada e mantida em segredo até os dias de hoje. Um dos últimos desses embustes foi aquele que se tornaria a maior instituição religiosa de toda a história humana: o cristianismo. Uma inacreditável batalha, oculta aos olhos dos incautos, vem sendo travada há milênios, desde muito antes da criação da raça humana. Um sem número de baixas ocorreu nos dois lados desse embate. Um lado capaz de tudo, inclusive cometer assassinados na calada da noite, apenas para se manter em seu “status quo” no poder. Do outro lado pessoas dispostas a dar a própria vida para manter a ordem no caos, divulgar a Verdade, no princípio abertamente, depois, por motivo de sangrentas e cruéis perseguições, em sociedades secretas, na tentativa de se protegerem de seus inquisitores. Alguns pagaram o preço da revolução com a vida, ao tentarem manter a divulgação da Verdade por trás do coluio impetrado por este pequeno grupo, porém extremamente poderoso, infiltrado em todas os setores de um colossal mecanismo de dominação e controle de massas. Denominações dadas a esta ferramenta de degradação das criaturas são as mais variadas, hoje em dia ela é mais conhecida pelo seu nome moderno: O Sistema. Ainda pode contar com as suas engrenagens mais fortes e quase indestrutíveis. São elas: a Mídia, a Educação, a Economia, os Governos do mundo e a Religião – formando o Pentagrama Invertido.
Alguém que pretendesse se atrever a dizer a verdade a respeito desta vergonhosa fraude, misturada com pouquíssimas verdades, sempre era punido com a tortura, a humilhação, a dor e finalmente a morte. A ousadia e a prepotência desse círculo de nefastos mestres da escuridão os impulsionava a atacar e manipular, adulterar e mutilar até mesmo as mais sagradas escrituras de todas as civilizações que já pisaram neste planeta – entre elas a Bíblia, o Alcorão e a Torá. Pastores, oradores e outros iludidos, auto-enganados, e enganadores dos incautos não ousam dizer nada a respeito porque eles, desta maneira, afastariam os cegos e pobres ludibriados, que saberiam da verdade verdadeira, se decepcionariam por terem sido traídos e fugiriam de uma vez por todas de seus púlpitos ou altares enfeitados com simples imagens e bonecos de gesso ou barro. Os professores nas faculdades de teologia não ousam dizer nada também, porque todos eles, sem exceção, perderiam os seus títulos de doutores “honores causa” e seus míseros salários. Os políticos também não ousam se pronunciar a respeito pois seriam todos derrotados numa reação em cadeia. Os editores de livros também não ousam em publicar autores sabedores das ações destes infames corruptores de mentes, e então se calam, pois eles perderiam os seus escritores que escrevem, que “canalizam” ou “psicografam” mentiras publicadas aos editores. Os comerciantes não ousam falar nada porque poderiam perder todos os seus clientes. Os homens intelectuais, os pseudo-sábios da moda também não dizem nada a respeito, pois temem em perderem os seus fiéis fãs. E nem sequer os balconistas de bar não ousam dizer nada, porque eles poderiam ser despedidos. Então eu decidi que teria de falar a respeito de séculos de distorções históricas e de suas falsas evidencias.
Há milhares e milhões de pessoas que acreditam nas versões deturpadas das escrituras consideradas sagradas, aceitando-as como sendo a palavra inspirada por “Deus”, um deus que os indícios começam a provar inexistente. São milhões de pessoas que consideram estes livros seus guias, conselheiros e consoladores pessoais, algo que lhes dê sentido, um rumo, que preencham os dias atuais, vividos numa paz ilusória e numa vã esperança de um futuro melhor para o mundo. O sistema transformou estes registros, outrora sagrados e fontes fidedignas do caminho para a Verdade, das Leis, da Justiça e da Clemência, em nada mais que livros imundos e repletos de mentiras - por séculos a fio deturpados, adulterados e manipulados – subjugando as multidões a uma falsa liberdade e riquezas graças aos “ensinamentos” as meia verdades e as mentiras contidas nestes livros e adotados, por ferrenha imposição, os “únicos” sábios e benignos “ensinamentos” que devem ser seguidos cegamente por todas as civilizações do Planeta. As massas ainda hoje imaginam que estes livros são uma revelação da sabedoria e amor de um “deus” criado, e procriado, por sedentos insaciáveis de poder, através de gerações sem fim, impregnados a ferro e fogo nos cérebros e o corações de cada indivíduo desta raça chamada humana.
Apresentando fatos e provas irrefutáveis de que uma outra versão foi manipulada e imposta como oficialmente sagrada, com o propósito de acobertar a verdadeira, diversos autores renomados nos dão o chocante testemunho: no decorrer de dois milênios uma infame e falsa doutrina, uma teia de mentiras sem igual, foi manufaturada em torno da pessoa de Jmmanuel, nome adulterado para Jesus Cristus, por Saulo/Paulo de Tarso, de modo a erigir um poderoso culto religioso para inescrupulosamente escravizar as criaturas humanas da Terra. Sem ter a menor noção do que fazem, honestos e sinceros devotos oferecem parte de seus dias em sacrifício a estas tochas de fogo fátuo, acreditando piamente que elas estão a iluminar a escuridão do vale da morte, e que com o derramar de seu brilho haverá um “outro mundo” - um mundo sem uma lágrima. Pura ILUSÃO!